segunda-feira, 25 de abril de 2011

Humilhante...

"Vitória humilhante"

América-TO 1 x 8 Cruzeiro "Vitória humilhante"

8 a 1. Falar o quê desse placar. Um verdadeiro massacre. Tive dó do América-TO. Ficou até sem graça, em alguns momentos, mas o time adversário está de parabéns pela excelente campanha no campeonato mineiro. Antes que começar, dávamos como certa a sua caída e brilhantemente nos surpreendeu. Mas faltou jogar o que vinha jogando para pelo menos dar mais trabalho ao Cruzeiro.


Até que no primeiro tempo, o resultado foi normal. 2 a 0 só, e com eles tendo algumas chances de gol. Então veio o segundo tempo e o time de Teófilo Otoni veio com tudo. Deu no que deu. A cada gol tomado, parecia eles se abriam ainda mais. Se fosse o técnico adversário, 4 a 0 eu já recuava o meu time inteiro, mas parece que faltou coragem para o técnico do América e acabou deixando do jeito que tá. Parecia pelada de final de semana e com apenas um time jogando. Conseguiram um gol de honra, um golaço por sinal, mas a força azurra estava imbatível. Show da equipe celeste.

Mas semana que vem tem mais. O jogo não terá importância nenhuma e o Cruzeiro poderá poupar o time inteiro. O foco agora é a libertadores. Once Caldas vem aí e precisamos do time descansado.

Independente do adversário, o Cruzeiro está dando um show esse ano. Parece que quanto pior o gramado, melhor o time joga! Com raça, disposição e lealdade ao adversário. Dessa forma ninguém vai nos parar.

Jogo valendo, numa semi-final, na casa do adversário e com um gramado daquele jeito, fazemos oito, imaginem se fosse em sete lagoas, com um gramado bom, em jogo que não valesse nada, quanto seria? Se é que vocês me entendem.

domingo, 24 de abril de 2011


Galo goleia por 7 a 1


Galo goleia por 7 a 1 e pega o América na semifinal do Mineiro


O Atlético enfrentará o América na semifinal do Campeonato Mineiro, podendo jogar por dois resultados iguais para avançar à decisão. A segunda colocação da primeira fase do Estadual foi garantida com a goleada por 7 a 1 sobre o América-TO, neste domingo, em Sete Lagoas, em tarde inspirada dos meias e atacantes. Magno Alves (3), Renan Oliveira (2), Mancini e Giovanni balançaram as redes na Arena do Jacaré.
Os detalhes dos confrontos pela semifinal serão definidos na tarde desta segunda-feira, pela Federação Mineira.

PRIMEIRO TEMPO
O Atlético iniciou muito bem o jogo, dominando por completo o adversário. Prova disso é que a primeira finalização do América-TO aconteceu apenas aos 29 minutos, quando o Galo já havia finalizado oito vezes e vencia a partida por 2 a 0.
O primeiro chute a gol do jogo foi dado por Magno Alves, que arriscou de fora da área, por cima do gol. O próprio Magno Alves abriria o placar para o Atlético aos 14 minutos.
Antes de fazer o primeiro gol, o Galo pressionou bastante a equipe de Teófilo Otoni. Primeiro, no cruzamento de Serginho pela direita, cortado pela defesa do América-TO. Em seguida, Magno Alves recebeu ótimo passe de Mancini e finalizou para a defesa do goleiro Eládio.
Aos nove minutos, Renan Oliveira chutou de fora da área e Eládio fez a defesa parcial. Na sequência do lance, Mancini cruzou e a bola atravessou a grande área.
GOL - Aos 14, Magno Alves recebeu passe de Mancini na intermediária, driblou seu marcador e chutou rasteiro de fora da área para abrir o placar na Arena do Jacaré.

O meia Jackson foi substituído por Giovanni Augusto aos 19 minutos, depois de sofrer uma entorse no joelho direito.
GOL - Aos 22, o Atlético ampliou o marcador com um golaço de Mancini. Na jogada, Magno Alves abriu pela esquerda e tocou para Giovanni dar um toque de categoria e deixar Mancini livre para marcar: Galo 2 x 0.

Giovanni quase marcou aos 33 minutos, mas a finalização saiu fraca e o zagueiro do América-TO salvou em cima da linha.
GOL - Aos 36, Renan Oliveira fez boa jogada pelo meio e chutou cruzado de fora da área, fazendo o terceiro gol atleticano. Aos 41, Renan Ribeiro fez boa defesa no canto esquerdo, garantindo a vantagem de três gols na primeira etapa.

SEGUNDO TEMPO
GOL - O panorama do jogo se manteve e o Galo chegou ao quarto gol aos dez minutos, quando Renan Oliveira tabelou com Magno Alves e tocou na saída do goleiro: 4 x 0.
GOL - Um minuto depois, Giovanni recebeu passe de Magno Alves e chutou sem chance para o goleiro: 5 x 0.
Aos 13 minutos, Renan Oliveira foi substituído por Daniel Carvalho. Aos 23, o América-TO diminuiu com Jônatas Obina: 5 x 1.
O sexto gol quase saiu no chute de Daniel Carvalho, que carimbou o travessão. Galo voltou a levar perigo na finalização de Daniel Carvalho.
O Galo voltou a levar perigo em duas finalizações de Neto Berola. Na primeira, após cobrança de escanteio, ele chutou e a bola explodiu no zagueiro. Na segunda, Eládio fez boa defesa. Aos 25 minutos, Mancini deixou o campo para a entrada de Neto Berola.
GOL - Aos 31 minutos, Magno Alves recebeu a bola na grande área pela esquerda e tocou na saída do goleiro: Galo 6 x 1.
Magno Alves quase fez o sétimo gol aos 35 minutos. Na jogada, ele recebeu passe em profundidade e driblou o goleiro antes de tocar para o gol, mas o zagueiro conseguiu interceptar a conclusão.

terça-feira, 29 de março de 2011

29/03/2011 14h53 - Atualizado em 29/03/2011 16h27

Ex-vice-presidente José Alencar morre aos 79 anos

Nos últimos 13 anos, Alencar enfrentou batalha contra o câncer.
Ele passou por diversas cirurgias e buscou tratamento alternativo nos EUA.

José Alencar (Foto: Futura Press)O ex-vice José Alencar (Foto: Futura Press)
O ex-vice-presidente da República José Alencar , 79 anos, morreu às 14h41 desta terça (29), no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em razão de câncer e falência múltipla de órgãos, segundo informou o hospital.
A presidente Dilma Rousseff afirmou em Portugal que o velório será no Palácio do Planalto. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, se emnocionou ao receber a notícia durante uma entrevista.
Na última das várias internações, Alencar estava desde segunda (28) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, com quadro de suboclusão intestinal.
O ex-vice-presidente lutava contra o câncer havia 13 anos, mas nos últimos meses, a situação se complicou.
Após passar 33 dias internado – inclusive no Natal e no Ano Novo –, o ex-vice-presidente havia deixado o hospital no último dia 25 de janeiro para ser um dos homenageados no aniversário de São Paulo.
A internação tinha sido motivada pelas sucessivas hemorragias e pela necessidade de tratamento do câncer no abdômen. No dia 26 de janeiro, recebeu autorização da equipe médica do hospital para permanecer em casa. No entanto, acabou voltando ao hospital dias depois.
Durante o período de internação, Alencar manifestou desejo de ir a Brasília para a posse da presidente Dilma Rousseff. Momentos antes da cerimônia, cogitou deixar o hospital para ir até a capital federal a fim de descer a rampa do Palácio do Planalto com Luiz Inácio Lula da Silva.
Ele desistiu após insistência da mulher, Mariza. Decidiu ficar, vestiu um terno e chamou os jornalistas para uma entrevista coletiva, na qual explicou por que não iria à posse e disse que sua missão estava “cumprida”. Na conversa com os jornalistas, voltou a dizer que não tinha medo da morte. “Se Deus quiser que eu morra, ele não precisa de câncer para isso. Se ele não quiser que eu vá agora, não há câncer que me leve”, disse.
No mesmo dia, ele recebeu a vista de Lula, que deixou Brasília logo após a posse de Dilma.
Internações
Os últimos meses de Alencar foram de internações sucessivas. Em 9 de fevereiro, ele foi hospitalizado devido a uma perfuração no intestino.
O ex-vice-presidente já havia permanecido internado de 23 de novembro a 17 de dezembro para tratar uma obstrução intestinal decorrente dos tumores no abdômen. No dia 27 de novembro, foi submetido a uma cirurgia para retirada de parte do tumor e de parte do intestino delgado.
Alencar passou alguns dias na UTI Cardiológica e começou a fazer sessões de hemodiálise depois que os médicos detectaram piora da função renal. Em setembro de 2010, foi internado em razão de um edema agudo de pulmão.
No dia 25 de outubro, voltou ao Sírio-Libanês ao apresentar um quadro de suboclusão intestinal. Dias após a internação, ainda no hospital, sofreu um infarto no fim da tarde do dia 11 de novembro. Foi submetido a cateterismo, “que não mostrou obstruções arteriais importantes”.
Batalha contra o câncer
O ex-vice-presidente travou uma longa batalha contra a doença. Nos últimos 13 anos, enfrentou uma série de operações e tratamentos médicos. Foram mais de 15 cirurgias. Em abril de 2010, desistiu da candidatura ao Senado para se dedicar ao tratamento do câncer.
Desde 1997, foram mais de dez cirurgias para retirada de tumores no rim, estômago e região do abdômen, próstata, além de uma cirurgia no coração, em 2005.
A maior delas, realizada em janeiro de 2009, durou quase 18 horas. Nove tumores foram retirados. Exames realizados alguns meses depois, no entanto, mostraram a recorrência da doença.
Também em 2009, iniciou em Houston, nos Estados Unidos, um tratamento experimental contra o câncer. Alencar obteve autorização para participar, como voluntário, dos testes com um novo medicamento no hospital MD Anderson, referência no tratamento contra a doença. O tratamento não surtiu o efeito esperado e o então vice-presidente voltou a fazer quimioterapia em São Paulo.
José Alencar era casado com Mariza Campos Gomes da Silva e deixa três filhos: Josué Christiano, Maria da Graça e Patrícia.
Tratamento no exterior
O tratamento experimental nos EUA em 2009 não foi a primeira tentativa de Alencar de obter a cura fora do país. Ele já havia viajado para os Estados Unidos em 2006 para se tratar com especialistas. No ano seguinte, no entanto, os exames mostraram que o câncer havia se espalhado para o peritônio, uma membrana que reveste as paredes do abdômen.
Iniciava-se, então, a série de cirurgias na região. Em 2008, foram três internações. Em janeiro e em julho, exames mostraram uma reincidência de tumores abdominais. Em agosto, Alencar começou tratamento com um novo medicamento, a Trabectedina.
Com a saúde fragilizada, o ex-vice-presidente também foi internado por outros problemas. Em novembro de 2008, durante uma visita a Resende (RJ), teve fortes dores abdominais. O diagnóstico foi enterite (inflamação intestinal). Segundo os médicos, não havia relação com o câncer. Vinte dias depois, ele foi internado novamente, com quadro de insuficiência renal. Recebeu alta dois dias depois.
Sempre bem-humorado nas sucessivas vezes em que deixou o hospital Sírio-Libanês, chegava a brincar com seu próprio quadro clínico. "Estou melhor do que das outras vezes", repetia.
Após a maior das cirurgias, em 2009, Alencar saiu do hospital dizendo que não temia a morte. “Não tenho medo da morte, porque não sei o que é a morte. A gente não sabe se a morte é melhor ou pior. Eu não quero viver nenhum dia que não possa ser objeto de orgulho", afirmou. “Peço a Deus que não me dê nenhum tempo de vida a mais, a não ser que eu possa me orgulhar dele.”
Problemas de saúde ‘paralelos’
O ano de 2010 começaria com uma boa notícia para o então vice-presidente. O tumor que tratava vinha apresentando redução, segundo o hospital.
Alguns meses mais tarde, no entanto, ele começou a ter problemas de saúde “paralelos” ao câncer.
No início de maio, numa das idas ao hospital para a quimioterapia, apresentou pressão alta. Exames apontaram isquemia cardíaca e uma “obstrução grave” numa das artérias.
Alencar então passou por um cateterismo e uma angioplastia e recebeu um “stent”, um mecanismo que “alarga” a artéria. No total, ficou nove dias internado.
No final do mesmo mês, queixando-se de fadiga, foi internado novamente. Após exames, o hospital constatou que ele estava anêmico e tinha um “quadro congestivo pulmonar”, consequência da quimioterapia.
O tratamento, no entanto, continuava a dar resultados positivos, com a redução dos tumores.
No final de agosto, contraiu uma infecção, que foi tratada com antibióticos. Ele seria internado novamente poucos dias depois, no início de setembro, com o diagnóstico de edema agudo de pulmão. Foram mais seis dias no hospital.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Mortos chega a 3,8 mil

Número de mortos chega a 3,8 mil no Japão, após tsunami

O tsunami que devastou o Nordeste do Japão na sexta-feira (11) provocou a morte de, no mínimo, 3,8 mil pessoas, segundo as agências internacionais. O número ampliou consideravelmente após 2 mil corpos terem sido encontrados nesta segunda-feira (14) na província de Miyagi, segundo agência de notícias Kyodo. O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, afirmou que o país enfrenta a crise mais difícil desde a Segunda Guerra Mundial (1939/1945).
Barcos e carros são arrastados pelo tsunami em Tóquio. (Reprodução: TV pública NHK)Barcos e carros são arrastados pelo tsunami em Tóquio. (Reprodução: TV pública NHK)
Além disso, há informações de que o número de mortos possa se elevar drasticamente. As autoridades locais estimam ainda que  1.167 pessoas desapareceram na província de Fukushima.

Apenas no Japão, cem mil soldados foram designados para atuarem nas zonas afetadas. O serviço começa a ter o reforço das equipes enviadas por outros países para auxiliar no resgate.

A Agência Kyodo diz que os trabalhos estão sendo dificultados pela enorme extensão da área afetada, as constantes réplicas do terremoto e os problemas para chegar aos povoados inteiros, agora parcialmente submersos pela água.

Neste final de semana também chegaram centenas de toneladas de material de emergência como comida, roupa, água, barracas, cobertores e outros artigos de primeira necessidade. A ajuda será levada aos desabrigados por estradas secundárias, já que as principais. além da ferrovia, estão bloqueadas.

As dificuldades aos sobreviventes também aumentam. A companhia Tokyo Electric Power Co (TEPCO) anunciou que iniciará racionamento de energia elétrica pelos próximos dois meses, em decorrência do tsunami. Enquanto isso, os abrigos estão tomados por pessoas que tiveram que deixar as suas casas.

 Fonte: Agências internacionais